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Oiiiii pessoal!!!!

Estou de volta!!!! Não só de volta mas com gás total. Ficar fora de casa é bom, mas voltar pra casa é ainda melhor né?!

Cheguei com vontade de arrumar minha casa, meus armários, gavetas, e fazer muitossss posts! Essas férias foram ótimas para me dar disposição com as tarefas DO LAR. Ufaaaa! Estava precisando! hahahaha

Bom, todos devem estar curiosos para saber como foram esses 18 dias longe da minha pequenina, né? Como fizemos “contato”, como foi a adapatação dela e a minha, a rotina, o retorno.

Adaptação

Um pouco antes da viagem fiz o Guia da Bru, lembram? Foi principalmente para entenderem a rotina dela e pelo jeito foi útil e deu certo! Os horários se mantiveram os mesmos. Nos primeiros dias ela ainda estava “agitada” na hora de dormir (inclusive nos 2 primeiros dias que estive lá) e “ensinei” uma técnica infalível. Colocar ela no bebê-conforto (amarradinha) e esperar dormir ali. Ficava assistindo vídeos, música, chupeta na boca e logo logo capotava. Coisa de 5 ou 10 minutos. Aí era só passar pro berço. Na última semana ela já pedia pra ir pro berço sozinha.

Nos primeiros dias eles disseram que ainda estavam um pouco inseguros, mas assim que foram viajar com ela para a Páscoa em família foram relaxando.

Nessas horas que a gente vê que o esforço na educação deles vale a pena. Minha “madrasta” foi só elogios quanto à educação da Bru. Disse que ela se comportou super bem, que é obediente e muito boazinha. \o/ Viva!

A minha adaptação foi mais tranquila do que eu imaginava. O primeiro dia foi o mais difícil, até mesmo pela “cena” de ir embora, pegar estrada, malas… Despedir dela sem dúvida foi o momento mais difícil. Durante a viagem foi tanta correria, turismo, passeios, compras, parques, que às vezes me sentia um pouquinho “culpada” de estar tão bem e não estar sofrendo tanto com a distância. Mas acho que isso se deve ao fato de eu estar tranquila pois sabia que ela estava sendo bem cuidada. E isso faz toda a diferença.

Contato

Estávamos com 3G direto, mas wifi para fazer FaceTime não. Isso atrapalhou um pouco e por isso não nos falamos sempre. Aliás, nos falamos pouco. Mas acredito que tenha sido melhor assim. Sempre que falávamos dava um apertinho, uma saudade e ela ficava um pouco mais agitada. Achamos que ficar falando todos os dias podia interferir na rotina dela… sei lá, como enfiar o dedo na ferida, sabe? Melhor ela saber que estávamos bem e felizes e deixá-la ambientada e sendo paparicada.

Eles sempre postavam fotos dela. Todos os dias. E nós também mandávamos fotos. Quando estava com a minha mãe, idem. Recebia fotos e vídeos no celular o dia todo. Imaginem uma correria nos parques pra tentar ver as atrações e de repente parávamos pra assistir aos vídeos da pequena. Muita risada e energia revigorada.

No “meio” da viagem gravamos um vídeo pra ela e enviamos. No dia seguinte recebemos outro. Melhor impossível. Era a reação dela assistindo ao nosso vídeo. Gentemmmm, pensem nos pais babões rindo e chorando. Ela ficou eufóricaaaaaaa enquanto o Bre falava com ela (eu não tinha condições, senão ia chorar! kkkk) e quando eu falei e me despedi ela falou: “Mãaeee, mãaaeee”. Nossaaaa, que desesperozinhoooooo. Bom, mas ela adorou o vídeo. Meu pai disse que ela assistiu 5 vezes!

O Reencontro

Antes de contar o reencontro tenho que concordar com a opinião de algumas amigas e primas… quando vai chegando a hora de voltar vai ficando mais difícil. Nos últimos dias nosso humor já não era o mesmo. A pressa pra chegar logo era grande. Não queríamos mais passear, sair… só queríamos que passasse rápido.

Nossa saga começou num vôo interno Miami – Nova York… depois mais 4 horas no aeroporto e aí sim nosso vôo pro Brasil. Mais 10 horas. Chegando aqui uma passada express no Free Shop e não compramos nada pra gente. Chega, vamos embora!!!

Traslado, carro, estrada. Mais 220Km pela frente e  como Murphy não podia deixar que esquecêssemos dele, pegamos 4 caminhões daqueles que interditam a estrada!!!

1:15 da tarde – Chegamos!!!!!! Toquei a campainha e comecei a filmar. Pela fresta do portão vi meu pai, minha irmã e algum movimento ali. Eles também estavam preparando pra filmar! heheheh

Meu pai abriu o portão e disse: “Pode correr, pode correr!” hehehe Minha boneca estava no colo da vovó Joyce, LINDA, de maria-chiquinhas que a tia Jade fez. Nos primeiros segundos séria, olhando. Quando falei com ela “aiiiii xuxuuuuuuu”, ela abriu um sorriso e se jogou no meu colo. Deu um abraço forte e ficava sacodindo as perninhas, de felicidade!!!!! Que delicia!  O vídeo ficou horrível pq estava “preocupada” em abraçar essa coisa fofa (e ela curiosa no meu telefone). Vou pegar o vídeo que minha irmã fez e posto aqui depois!  Postado logo abaixo!!!!!

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=Mu5g6KUs94o[/youtube]

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=hZJLbWt4EBI[/youtube]

Aqui em casa está um pouco manhosinha, cheia de dengo com a mamãe. Mas um pouquinhio, póooooode néammmm. hehehe… E nosso banho de banheira, que deliciaaaaa!

Ela está uma figuuuuuura!!!!!! Imita “Como que o neném chora”, “Como que o vovô assoa o nariz ou como ronca!”, “Como a gelatina faz” (mole mole mole… fica se sacondindo). Aprendeu muita coisa nova! Se antecipa com a Galinha Pintadinha e faz a mímica antes mesmo da música tocar!

Enquanto eu estava arrumando meus armários ela gritava:  “Mamãaaaaaeeeee, mamãaaaeeeee, mamãaaaeeeeeeee, mãeeeeee”. Eu respondo e ela continua! Chego no mesmo cômodo e ela continua!  “Mamãaaaaaeeeee, mamãaaaeeeee, mamãaaaeeeeeeee, mãeeeeee”

– Oiiiiiiii Bruuuu, fala filha!! O que você quer?

– Mamãaaaaaeee

hahahahaha é doceeeeee e NÃO TEM PREÇO.

 

 

Pai, tia Joyce, Jade, Jacques, Mamy, Tha, Vera, Tia Stela, Dé, Lari, Nanda, Tias, Tios, e todos que ajudaram pelo menos um poquinho nesses quase 20 dias, MUITO OBRIGADO! Foi muito importante contar com vocês.

 

 

Sobre Aninha

Mãe de um trio de meninas: Bruna (6), Clara (4) e Alice (2). Dedico meu tempo à minha família e ao LookBebê. Antenada, adoro redes sociais e tecnologia e mais ainda, compartilhar conhecimento e informações sobre a maternidade. Sou (fui) Biomédica, pós-graduada em Engenharia Biomédica, mas optei por mergulhar de cabeça na maternidade.