Oii Pessoal!!!

Ontem o desfralde foi assunto de duas amigas e finalmente venho aqui contar pra vocês como foi/tem sido o desfralde da Bruneca. Reuni algumas dicas que ouvi com experiências vividas nesse post! Espero que ajude!!

  • Tem hora certa para desfraldar?

O desfralde tem que ser natural e cada criança tem sua hora. Existem crianças que saem da fralda com até 1 ano e 4 meses e outras que com 3 ou mais. É importante esperar o momento de cada um, mas sempre estimular. Vejo muitas crianças enfrentando esse momento por volta dos dois anos.

  • Estímulos

Pré-desfralde: Os primeiros estímulos acontecem quando a criança nos acompanha até o banheiro. Mostrar o que é o xixi, o que é o coco, dar o famoso tchauzinho da descarga e lavar as mãos são ótimos incentivos. Lembrem-se: a criança aprende vendo, com exemplos!

Durante o desfralde: Calcinhas e cuecas de personagens, animais e objetos estampados são ótimos para despertar interesse em usar esse novo “acessório”.

Recompensa: Não ofereci recompensa, mas já vi várias pessoas fazendo e funciona. Dê de presente ao seu filho uma cartela de adesivos para que cada vez  que fizer no vaso, ele possa colar numa parede ou na própria caixa do vaso. Recorri à hashtag #desfralde no Instagram e achei a foto da amiga @mundolullaby.

Recompensa com adesivos durante o desfralde
Recompensa com adesivos durante o desfralde

Castigo: NÃO! Nunca! Nunca brigue, grite e xingue por um xixi no chão. Alerte, oriente, estimule o xixi no vaso. No máximo um “Poxa, de novo filha? Você tem que lembrar de pedir! Presta mais atenção ta?!”

A Bru “ganhava” banho de banheira quando estava toda molhada de xixi e quando percebi que ela gostava, troquei por uma ducha rápida pra lavar as pernas e ela perceber que aquilo era errado e não merecia um super banho.

  • Início

Apesar de aos 18 meses a Bru já ter demonstrado interesse em utilizar o vaso sanitário, preferimos adiar o desfralde por causa do nascimento da Clara (aos 2 anos e 2 meses dela) e evitar uma possível regressão.

Número 2 no vaso aos 18 meses.
Número 2 no vaso aos 18 meses.

Aos 2 anos e 7 meses a professora propôs o desfralde e começamos no dia seguinte. Lavei as calcinhas que tinha comprado e ela ficou toda feliz e participativa. Ter o apoio da escola foi bastante tranquilizador, pois a professora apensar de não ser mãe (biológica) já fez ali váriossss desfraldes, enquanto nós fazemos 1, 2, 3… no máaaaximo 4. (Eu parei em 2 mesmo! heheh)

  • Paciência e disponibilidade

Para começar o desfralde você tem que ter em mente que vai limpar muitos xixis pela casa. Está disposta e pronta? Então bora lá!

Começamos o desfralde da Bru numa quarta-feira. Nas primeiras 27h foram 4 xixis no chão. Na sexta foi o primeiro dia em casa que conseguimos com que ela fizesse no vaso. Vocês nem podem imaginar a alegria que é!!! Na escola foi antes, acredito que por eles saberem bem o horário das crianças irem ao banheiro após o lanche por exemplo.

Depois de uma semana de desfralde ela fez todos os xixis em casa no vaso (bem no dia que escapou na escola…. kkk). Quando você vê seu “bebezinho” aprendendo e mostrando resultados dá vontade de comemorar, brindar, gritar pra todo mundo. hahahahah mãe é meio doida ne?!

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Muitas vezes que ela fez xixi na cama, carrinho ou sofá foi por descuido meu que a deixei sem fralda enquanto dormia. Outras vezes por descuido dela, em cima da mesa na brinquedoteca dela… affffff :-/

  • Dificuldade em saber a hora

O problema aqui nos primeiros dias era a dificuldade que eu tinha em colocá-la no vaso na hora certa. Até que ela entendesse o que era a vontade e se manifestasse, quem tinha que tentar acertar a hora era eu, e isso não era fácil. Eu a colocava no vaso, ela não tinha paciência de ficar lá esperando o xixi descer, saía e depois de 5 minutos….. xixi no chão, na roupa, até no cadeirão.
Passados alguns dias ela começou a avisar e facilitou muito.

  • Trocas de roupas

São necessárias pelo menos 6 calcinhas/cuecas. No mínimo!!! Cada xixi no chão era uma troca de calcinha + calça + meia por aqui. Para a mochila da escola eles pedem no início 2 calcinhas, 2 calças e 1 tênis, depois que a coisa flui fica apenas um de cada na mochila.

É importante usar a calcinha ou cueca, pois no caso do número 2 vir desavisado, fica ali retido e não suja toda a perna! Por favor não coloquem calça sem a calcinha/cueca!!! hahaha

 

  • Acessórios

Tenho um post aqui dedicado somente aos produtos que auxiliam o desfralde. Eu não comprei penico, somente o assento redutor e escadinha, mas tem várias opções legais. Clique aqui pra ver!

Escadinha com redutor de assento
Escadinha com redutor de assento

 

  • No inverno ou no verão?

Acho que as duas estações tem prós e contras. Uma das primeiras coisas que escutei foi:“Nossa, mas você vai desfraldar ela no inverno? É pior! Molha muita roupa, a criança não consegue segurar o xixi por causa do frio.” Besteira! Eu não lavo à mão mesmo… hihihi

Aprendeu a avisar sim, foram muitoooos xixis pelo chão, mas no verão o consumo de líquidos é maior então eu acho que tem essa desvantagem na outra estação. Tem que ser na hora que todos estiverem preparados. Eu estava disposta.

  • Desfralde noturno

Ainda não me atrevi a fazer o desfralde noturno, embora sem querer ela tenha dormido algumas noites sem fralda. Como ela toma mamadeira antes de dormir preferimos adiar esse. Tenho uma amiga que fez tudo de uma vez e com sucesso.

Para essa fase acho fundamental ter capas de colchão impermeáveis. Eu tinha no berço da Bru (hoje da Clara) comprada nos EUA mas não achava para cama de solteiro e casal de jeito nenhum, até que descobri que uma amiga trabalhava com isso na loja de colchões da família. Já publiquei no instagram há um tempo que recebi da Sono e Cia (contato: [email protected] /11 2914-4995) essas capas impermeáveis e super recomendo ter.

Espero que tenham gostado!!!

Bjosssss!!!!

Sobre Aninha

Mãe de um trio de meninas: Bruna (6), Clara (4) e Alice (2). Dedico meu tempo à minha família e ao LookBebê. Antenada, adoro redes sociais e tecnologia e mais ainda, compartilhar conhecimento e informações sobre a maternidade. Sou (fui) Biomédica, pós-graduada em Engenharia Biomédica, mas optei por mergulhar de cabeça na maternidade.