A psicóloga Lilian Britto já falou aqui no blog sobre Objetos de transição como mantas, naninhas e outros que fazem companhia às crianças principalmente na ausência da mãe na hora de dormir.

A Bruna tinha dois objetos de transição: Chupetas e a Manta bege. A chupeta teve seu uso estendido por causa do nascimento da irmã, e foi aos 3 anos e 1 mês da Bruna que nos vimos livres delas. A manta bege foi perdendo força durante esses 6 meses do quarto ano de vida dela, e em muitas noites já havia sido substituída pela mamãe, ou um boneco ou uma almofada, mas aquele babadinho com pregas de cetim tinha o seu encanto e sua importância. Quando fomos viajar pensei em deixar a manta aqui já que ela estava bem mais desapegada, mas meu marido e sogra acharam melhor levar.

Levamos a tal manta bege e como falei no post Viagem internacional com crianças – Como foi nosso vôo, ela foi usada na primeira oportunidade – na hora de dormir no avião.

Dividindo o travesseiro
Dividindo o travesseiro

Em NY usamos bastante a manta, mas como manta mesmo! hehe cobrindo principalmente a Clara quando dormia no carrinho. Depois, pegamos um vôo de NY para Orlando e ela ficou no carrinho.

Antes de guardar a "manta bege", agarrada nela no aeroporto de Orlando.
Antes de guardar a “manta bege”, agarrada nela.

Em alguns momentos, ela também foi solicitada mas aos poucos foi perdendo força e nós, “sem querer querendo” fomos substituindo pela Ariel e outros bonecos de pelúcia que ela ganhava. Não que ela usasse a manta sem ser na hora de dormir, mas simplesmente pelo fato de se apegar a outras coisas, ela acabava esquecendo e deixando a manta de lado.

Dormindo com a Ariel
Dormindo com a Ariel
Bru sem a manta objeto de transição
Sentada com a Minnie (e comendo cenoura) rs

Depois de mudar de cidade e hotel, sair do hotel para uma casa, e acabar a viagem de 17 dias, fechamos todas as malas. A minha sogra pegou o travesseiro da Bruna e a manta e levou para a sala. Eu olhei bem pra ela, pensei em colocar na bolsa, mas não: coloquei dentro da fronha do travesseiro, já que íamos usar os 2 no avião. Colocamos todas as malas no carro e saímos correndo. Compramos mais uma mala, descarregamos tudo no aeroporto, marido foi abastecer e devolver o carro alugado enquanto eu colocava algumas coisas na mala nova. Aquela bagunça, 10 malas no total mais 2 carrinhos, 2 crianças, bolsa, mochila. Fizemos checkin. O vôo atrasou. Depois de umas 2h a Bruna pede o travesseiro. Cade o travesseiro? Olha envolta, pergunta pro marido e…. constatamos que tinha ficado na casa, em cima do sofá. E a manta junto. Mas ela nem se importou com a manta, ela queria mesmo o travesseiro dela. Chorou um pouco, ficou pedindo pelo travesseiro. Liguei na casa e pedi para separarem. Falei com uma amiga que tem uma casa no condomínio em frente se podíamos deixar na casa dela. Falamos pra Bruna que a moça ia mandar a fronha pelo correio e ia demorar pra chegar.

Nítida troca do iPad + manta por iPad + boneca nova
Nítida troca do iPad + manta por iPad + boneca nova

Conclusão: não pedi pra mandar a fronha pelo correio pq achei que não precisava. Depois de ela pedir pelo travesseiro umas 3x e depois de passados alguns dias ela sentiu falta da manta bege.

– Manta bege??? Ahhh ficou lá na casa, Bru.

– Nãooo, minha manta!!!!

– Ué Bru, ficou lá… Você esqueceu, a mamãe também. Ela já estava velhinha também, depois a gente compra uma manta nova.

E FIM! Achei que ia ser mais difícil mas o destino tratou de me ajudar!

Na próxima viagem, comprem alguns substitutos e esqueçam a mantinha/naninha velhinha lá. hahaha. No avião a Bru chorou sabe porque? Queria dormir com o Sven!

Bjss e até o próximo post!

Nos vemos também no instagram @analumasi

Sobre Aninha

Mãe de um trio de meninas: Bruna (6), Clara (4) e Alice (2). Dedico meu tempo à minha família e ao LookBebê. Antenada, adoro redes sociais e tecnologia e mais ainda, compartilhar conhecimento e informações sobre a maternidade. Sou (fui) Biomédica, pós-graduada em Engenharia Biomédica, mas optei por mergulhar de cabeça na maternidade.