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Há alguns meses venho recebendo perguntas de algumas seguidoras e amigas sobre o desfralde da Clara e o máximo que eu conseguia fazer era indicar o post sobre o desfralde da Bruna, que escrevi há 2 anos.

Como aqui fizemos filhas em “escadinha” e todos nos alertaram que o filho mais velho poderia “regredir” com a chegada do bebê, decidimos que nossas filhas não iriam desfraldar antes do nascimento da irmã (a não ser que realmente partisse delas).

A Bruna tinha 2 anos e 2 meses quando a Clara nasceu. Ela já ia para a escola. Quando chegou a 2 anos e 7 meses a professora sugeriu que começássemos o desfralde dela (quando a turma da escola toda faz desfralde com a ajuda deles, eles tentam organizar de acordo com a necessidade das crianças de uma forma que não aconteça tudo de uma vez, e priorizando quem está “pronto”). Foram alguns dias de xixi no chão, mas nada que me fizesse pensar em desistir. Depois de alguns dias ela só usava fraldas para sair de carro (longas distâncias) e dormir (até hoje).

A Clara tem 2 anos e 7 meses (a Alice nasceu há 25 dias). Há algum tempo pedia par fazer xixi no banheiro, mas quando chegava lá não tinha nada. No mês passado pediu novamente, e assim que a Alice nasceu, também. Meu marido e minha sogra estavam aqui e estimularam ela com palavras de incentivo e parabéns, mas pedi para eles irem devagar pois quando eu estivesse sozinha em casa com bebê no peito seria difícil sair correndo para o banheiro com ela.

A forma de ela “pedir” minha atenção era pedindo pra trocar a fralda. Cada vez que eu trocava a da Alice, ela pedia para trocar a dela. Cada vez que fazia xixi, também. Minha sogra comentou que eu precisaria comprar uma fralda bem baratinha porque era só fazer UM xixi que ela vinha com outra e pedia pra trocar “porque tinha muito xixi”. No final de semana passado ela ficou algum tempo sem fralda e eles (marido e sogra) a levaram no banheiro umas 3x. Só uma delas não deu tempo de chegar. Notamos que ela já estava mesmo sabendo a hora de fazer o xixi e trocar.

Esse final de semana ela já demonstrou muito mais interesse e incentivamos. Ela ficou sem fralda e pediu para fazer todos os xixis no banheiro. Sucesso absoluto. Já estamos no quarto dia sem fraldas em casa. Só peço (sim, peço e ajudo, porque se depender dela ela ficaria sem) para que ela coloque a fralda para sair de carro (levar/buscar a Bruna na escola) e na hora de dormir. Posso dizer que está um sucesso. Ontem ela pediu para fazer cocô no vaso, mas como teve que ir até o banheiro, voltou pra me chamar e foi de novo, quando sentou já tinha feito.

Ela ficou suuuuuper feliz com nosso incentivo, palmas e comemoração. Fica esperando a “festa”. Dormiu a tarde no sofá e minha funcionária colocou um tapete higiênico do Steve embaixo dela, mas outra opção é o lençol absorvente descartável. Dormiu e não fez xixi! Só pediu para ir ao banheiro depois de tomar a mamadeira.

Tapete higiênico do cachorro para proteger o sofá durante o sono da Clara
Tapete higiênico do cachorro para proteger o sofá durante o sono da Clara
Lençol absorvente descartável (Foto)
Lençol absorvente descartável (Foto)

Hoje se eu tivesse que escolher somente 3 produtos fundamentais para o desfralde, seriam:

  • Redutor de assento (veja post sobre produtos para o desfralde)
  • Calcinhas/cuecas de transição (são mais reforçadas) (lojinha)
  • Protetor impermeável para colchão (já aconteceu de esquecer de colocar a fralda com a Bruna, mas eu uso desde o berço para as noites em que a fralda vaza)

Veja também os posts: Os escapes do desfralde – recompensa ao contrário | Dicas para o desfralde

O desfralde noturno da Bruna deve acontecer no final do ano. Vamos tirar a mamadeira como troca pela festinha de 5 anos, e com isso a chance de ter xixi a noite reduzirá bastante. Hoje a fralda ainda “acorda” cheia. 

Bjosss

 

Sobre Aninha

Mãe de um trio de meninas: Bruna (6), Clara (4) e Alice (2). Dedico meu tempo à minha família e ao LookBebê. Antenada, adoro redes sociais e tecnologia e mais ainda, compartilhar conhecimento e informações sobre a maternidade. Sou (fui) Biomédica, pós-graduada em Engenharia Biomédica, mas optei por mergulhar de cabeça na maternidade.