Aos 5 anos é esperado que a criança consiga falar perfeitamente sem trocas na fala, mas não foi o que aconteceu com a Bruna. Às vésperas de completar os 5, a pediatra e a professora recomendaram o início da fono (já que a alfabetização estava próxima e ao pronunciar errado, ela começaria a escrever errado). Às vésperas de completar 6 anos, ela está de alta da fonoaudióloga.

Veja o post A evolução da fala da Bru dos 2 aos 5 anos. Hora de começar a fono 

Tivemos algumas pausas durante esse período para viagens, final de ano e feriados, mas em junho/julho, a fono disse que ela estava quase pronta. O intervalo das sessões passou a ser quinzenal. Ela queria saber se durante aquele período sem o estímulo, ela regrediria ou continuaria com os avanço. A pronúncia do R em encontro consonantal era a maior dificuldade dela (Clara era um nome que ela não conseguia falar e uma das últimas conquistas).

Depois disso começamos a espaçar ainda mais e durante o mês de setembro ela foi uma só vez. Foi suficiente para que a Bia afirmasse que ela estava mesmo de alta.

Essa semana ela mandou alguns áudios no grupo da família sobre o passeio ao ZooParque para ver animais mamíferos. A pronúncia pausada e perfeita do ‘R’ vibrante chamou a atenção dos tios. Olha que fofura!

 

A Clara também começou fono, mas bem mais cedo: aos 3 anos e meio. Apesar de ela ainda estar em aquisição da fala (esperado para a idade), duas trocas não deveriam acontecer. Ela tem dificuldade em posicionar a língua para as pronúncias de G (Gato vira Dato), e C (Casa vira Tasa), e por isso ela está fazendo a terapia semanalmente.

BJss

Aninha

Sobre Aninha

Mãe de um trio de meninas: Bruna (6), Clara (4) e Alice (2). Dedico meu tempo à minha família e ao LookBebê. Antenada, adoro redes sociais e tecnologia e mais ainda, compartilhar conhecimento e informações sobre a maternidade. Sou (fui) Biomédica, pós-graduada em Engenharia Biomédica, mas optei por mergulhar de cabeça na maternidade.